SAU 360 conclui mapeamento técnico para RNDS e FHIR
A Inova organizou o caminho de compatibilidade com a RNDS a partir dos dados clínicos e administrativos já estruturados no SAU.
A Inova organizou o caminho de compatibilidade com a RNDS a partir dos dados clínicos e administrativos já estruturados no SAU.
Integrações passam a usar chaves vinculadas à identidade e às permissões do proprietário, com validade e bloqueio aplicados em tempo real.
Mudanças de status do campo ganham uma ponte controlada entre a plataforma atual e os componentes legados ainda presentes na operação.
Ligações sem conclusão assistencial passam a aparecer em uma fila com origem, contexto, telefone validado e trilha de tratativa.
Primeiro acesso do usuário agora orienta e cobra configuração de perfil, TOTP ou passkey com prazo controlado.
A arquitetura passa a sustentar múltiplas instâncias de API, cache de sessão e fila de eventos para manter telas críticas sincronizadas.
Conexões com banco e serviços passaram a usar TLS validado por CA interna, somando proteção em trânsito à criptografia do armazenamento.
O fluxo clínico passa a registrar triagem de AVC, sedação, peso e diagnóstico codificado junto ao chamado e ao desfecho.
O painel Core reúne a produção por competência, aplica o mapeamento SIGTAP e gera o arquivo BPA-C para conferência e envio mensal.
A regulação pode visualizar vínculos territoriais e equipes próximas usando GPS, base operacional ou referência geográfica do bairro.
A área de atualizações reúne, em um só lugar, versões, marcos de produto e notas úteis para gestores.
A página de prova operacional agora apresenta histórico agregado, acervo de áudio, pontos de localização e volume operacional acumulado.
A telefonia do SAU recebeu ajustes de ICE, TURN, estacionamento e recuperação de chamadas para lidar melhor com redes reais.
A bateria de testes cobre fluxos críticos de telefonia, incluindo TARM, médico, fila, park, pickup e recuperação de chamadas.
A validação passou a ter rotinas de teste repetíveis e cenários controlados para telefonia, áudio, fila e terminais desktop.
O fluxo de chamada estacionada e retomada por médico recebeu persistência, cleanup e validação em cenários cloud.
A frente de telefonia cloud avançou com rotas de mídia, ramais por ambiente, park 8000-8099 e controle de dispositivos.
A base desktop passou por consolidação, geração de versões para Windows e Linux e publicação mais controlada dos aplicativos.
O softphone passou a usar credenciais temporárias de relay, seleção de servidores e perfil cloud com diagnóstico de rede.
A frente hospitalar passou a ter implantação mais controlada, com publicação automatizada, verificação de saúde do sistema e versões rastreáveis.
A distribuição de aplicativos ganhou changelog por versão, histórico navegável e comunicação mais clara para suporte e usuários.
A Inova integra câmeras embarcadas que cobrem a cabine e a área de atendimento, com gravação contínua e vídeo vinculado à posição da viatura no mesmo fluxo de rastreamento já em operação.
Um aplicativo móvel para o cidadão aciona a central 192 com envio automático da localização GPS e abre um canal direto com a regulação durante o atendimento, dispensando a descrição do endereço.
A ficha de atendimento pré-hospitalar passa a ser preenchida no aplicativo das equipes, com registro de medicamentos, sincronização em tempo real com a Central e consolidação automática no prontuário da ocorrência.
O 192 passa a contar com um tronco de voz redundante e failover automático, que escolhe rotas por prioridade entre os troncos ativos e mantém a chamada em pé sem depender de uma rota única. Em paralelo, a conectividade híbrida da viatura — rede móvel (4G/5G), satélite e Starlink com comutação automática onde a rede celular não chega — preserva posição GPS, acesso ao SAU em modo degradado e voz de emergência.
A central passa a acompanhar posição, velocidade e status de cada viatura em um mapa único, com playback de trajeto por período e alertas operacionais, integrado de forma bidirecional ao mapa de regulação.
A unidade móvel passa a transmitir posição, velocidade, status e eventos para a central em fluxo contínuo, com buffer local quando falta sinal e reenvio automático ao reconectar.
A camada de gestão de dispositivos passa a distribuir e atualizar remotamente os aplicativos das equipes e a aplicar políticas de senha, criptografia, bloqueio remoto e geofencing nos aparelhos gerenciados, formando a infraestrutura base para entregar ficha digital, app de campo e agente de rastreamento de forma controlada.
A interface passou a destacar estado de conexão, filas e troncos para apoiar diagnóstico rápido durante atendimento.
A rotina de atendimento recebeu retorno de ligação, ajustes de endereço e login/logoff de fila sem depender de discagem especial.
O mapa operacional passou a reunir status, GPS, chat de equipe e histórico para rádio operação e regulação.
O fluxo passou a capturar localização, traduzir endereço e melhorar precisão na abertura de chamados e no atendimento de população.
A frente médica recebeu melhorias de mapa, transferência, sinais vitais, histórico e organização das abas de regulação.
A interface médica recebeu mapa de ocorrência, melhorias de equipes ativas e campos de notificação de violência.
A rotina do chamado recebeu linha do tempo, telefone alternativo, logs de consulta médica e ajustes de edição.
O aplicativo das equipes ganhou um serviço de localização em primeiro plano que mantém o GPS ativo com o app minimizado ou a tela apagada, reinicia sozinho após o aparelho reiniciar e envia, junto da posição, a telemetria do dispositivo (nível de bateria e temperatura).
O atendimento passou por melhorias de busca, tradução de endereço, idade, cidade, bairro e campos clínicos básicos.
O módulo de chat evoluiu em TARM e população, com melhorias de exibição, ficha e comunicação associada à ocorrência.
A ficha de atendimento recebeu ajustes sucessivos de campos, notificações, impressão e visualização para uso operacional.
O histórico curado começa em julho de 2024, com a frente de ficha de atendimento e publicação de aplicativo.