SAU registra retorno da etapa médica ao TARM sem mudar a situação do chamado
O SAU passa a incluir no histórico de chamados o evento “Etapa médica encerrada; retorno ao TARM”, sem alterar a situação do chamado. Uma nova entrada de auditoria por ODBC também retorna o identificador do registro gravado.
O SAU passa a registrar no histórico de chamados o evento “Etapa médica encerrada; retorno ao TARM”. A mudança interessa a gestores públicos de saúde, equipes de operação de centrais do SAMU 192 e profissionais de TI porque cria um registro específico dessa passagem sem modificar a situação do chamado.
O evento é informativo. Ele não marca o chamado como concluído, finalizado ou aguardando decisão médica, e não altera o registro principal. Assim, o histórico pode distinguir essa ocorrência de uma mudança na situação do chamado. O registro identifica que a etapa médica foi encerrada e houve retorno ao TARM; não representa, por si só, uma conclusão sobre a intenção de quem realizou a retirada.
Na operação de regulação, o histórico reúne ocorrências associadas a um chamado. Um evento próprio para essa passagem permite que ela apareça como uma entrada identificável, em vez de ser confundida com a finalização do atendimento ou com uma alteração do estado do chamado. A mudança trata do registro da ocorrência, não de uma avaliação clínica nem do cálculo da duração do atendimento.
O catálogo de situações passa a incluir o evento com o número 35 e o nome “Etapa médica encerrada; retorno ao TARM”. A rotina que o registra acrescenta uma linha ao histórico e devolve um identificador do evento. Esse identificador corresponde à ocorrência registrada; o procedimento não modifica o chamado principal.
A atualização também inclui uma nova entrada de auditoria compatível com ODBC, interface usada por sistemas para trocar informações com bancos de dados. Ela aciona a rotina de auditoria já existente e retorna o campo `audit_id` após a gravação. Com isso, a chamada pode receber o identificador associado ao registro de auditoria produzido.
As duas mudanças se concentram em tornar registros operacionais identificáveis: uma acrescenta ao histórico do chamado um evento informativo de retorno ao TARM; a outra devolve o identificador da auditoria gravada. Em ambos os casos, o efeito descrito é sobre o registro e sua identificação, sem alterar a situação do chamado.