Interoperabilidade RNDS e FHIR
A integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde exige mais do que abrir uma API. O trabalho começa pelo mapeamento dos dados do SAU para recursos FHIR R4, passa por credenciamento do estabelecimento, homologação e controles de privacidade. O SAU já estrutura CID-10, SIGTAP, CNES, sinais vitais, chamados e regulação; a conexão RNDS ainda é uma frente de compatibilidade, não uma integração ativa.
O módulo em termos operacionais.
Sem abstração genérica: estes são os blocos que a equipe, a gestão e a TI precisam enxergar.
Capacidade sustentada pelos projetos ativos da Inova.
A página apresenta capacidades técnicas sustentadas pela operação e pelos projetos ativos da Inova, mantendo detalhes sensíveis fora do site.
O levantamento técnico do SAU documenta o encaixe dos dados atuais em recursos FHIR R4 e as dependências externas.
A base já utiliza componentes do ecossistema DATASUS, como CID-10, SIGTAP, CNES e BPA-C.
Nenhuma conexão RNDS é anunciada como pronta: a etapa atual é preparação técnica para uma futura implantação credenciada.
A avaliação técnica começa no fluxo real da central.
Quem atende, quem regula, quem despacha, quais sistemas existem e onde a informação se perde.
O módulo pode entrar por central, campo, telefonia, BI, hospitalar ou implantação assistida.
Chamadas, usuários, mapas, fichas, relatórios e integrações são validados antes de go-live.
Atualizações documentadas, validação prévia, suporte e histórico público transformam melhoria técnica em confiança institucional.
Mostre o seu fluxo atual. A Inova mostra onde o SAU 360 reduz atrito.
A demonstração pode focar neste módulo ou cobrir toda a operação 192: atendimento, regulação, telefonia, campo, hospitalar, BI, telemetria, comunicação e implantação.