SAU reduz espera na leitura de ocorrências quando a geocodificação falha
O SAU limita a cinco segundos a consulta de geocodificação e suspende novas tentativas por cinco minutos após três falhas consecutivas. A leitura da ocorrência responde sem o destino quando a consulta externa está indisponível.
O SAU passou a limitar a cinco segundos a espera pela geocodificação do destino de uma ocorrência. A mudança atende à leitura feita por equipes em campo e permite que a ocorrência responda sem aguardar indefinidamente uma consulta externa quando houver falha de rede, timeout ou problema relacionado a chave ou cota da API.
Após três falhas consecutivas, o sistema abre um mecanismo de proteção e deixa de fazer novas consultas de geocodificação durante cinco minutos. Nesse intervalo, a leitura da ocorrência é respondida imediatamente, mas sem o destino geocodificado. A consequência prática é separar a exibição das informações da ocorrência da disponibilidade momentânea do serviço usado para transformar um endereço em localização no mapa.
O limite anterior de espera da consulta era de oito segundos; agora, a consulta pode aguardar no máximo cinco segundos. Se a consulta for bem-sucedida, a contagem de falhas consecutivas é reiniciada e o mecanismo de proteção é fechado.
O tratamento também diferencia uma busca sem resultado de uma falha técnica. Quando a API retorna `ZERO_RESULTS`, o SAU considera a resposta normal e não aumenta a contagem de falhas. Já respostas associadas a problemas de chave ou cota, erros de rede e expiração do tempo de espera entram no controle que pode suspender temporariamente novas tentativas.
A geocodificação é usada para apresentar o destino associado à ocorrência. Com a proteção aplicada, a indisponibilidade dessa consulta externa não impede a resposta da leitura principal; o que deixa de ser exibido, durante a janela de proteção, é especificamente o destino geocodificado.