SAU consulta médicos reguladores conectados em diferentes réplicas da API
Nas ações de repasse, transferência de ocorrências antes da finalização e compartilhamento de vítimas, o SAU consulta sessões ativas de médicos reguladores em diferentes réplicas da API.
O SAU passou a consultar médicos reguladores conectados em diferentes réplicas da API nas ações de repasse, transferência de ocorrências antes da finalização e compartilhamento de vítimas. A mudança permite que esses fluxos considerem sessões ativas mesmo quando o profissional está conectado a uma réplica diferente daquela que atende a ação.
Uma API é a parte do sistema que recebe e encaminha solicitações entre componentes. Em sistemas que operam com réplicas, há mais de uma instância da API em funcionamento. Para os fluxos abrangidos pela mudança, a consulta deixa de se limitar às sessões visíveis em uma única instância e considera conexões ativas no conjunto de réplicas.
Na prática, a lista de médicos reguladores usada nessas ações pode incluir quem está conectado em outra réplica. Isso importa para a operação da central porque repassar uma ocorrência ou compartilhar informações sobre vítimas envolve identificar os médicos reguladores que podem ser considerados como destino. A mudança também se aplica à transferência de ocorrências antes de sua finalização.
A consulta não trata todo registro de sessão como uma conexão ativa. Ela verifica se o socket associado à sessão está conectado; registros sem socket ativo não são incluídos na lista. Assim, a informação considerada nesses fluxos corresponde às conexões que permanecem ativas entre as réplicas.
O alcance é específico: a mudança diz respeito à lista de médicos reguladores empregada nas três ações citadas. Nas telas do ADM, a lista de sessões permanece local. A alteração, portanto, não significa que todas as listas de usuários ou sessões do SAU passaram a consultar conexões distribuídas; ela se restringe aos fluxos de regulação descritos.
Para gestores públicos de saúde, equipes que operam centrais do SAMU 192 e profissionais de TI, a consequência comprovada é uma consulta que considera médicos conectados em diferentes réplicas nesses pontos da operação. A capacidade ajuda a situar quem pode aparecer como destino nas ações abrangidas, sem alterar a consulta local mantida nas telas do ADM.