SAU pode ler consolidações em réplica quando o banco está em dia
A API do SAU pode buscar as fontes das consolidações de dor torácica e das contagens diárias em uma réplica com atraso de até 60 segundos. Se a réplica não atender à condição, a leitura continua no banco principal.
A API do SAU pode buscar em uma réplica do banco os dados usados nas consolidações de dor torácica e nas contagens diárias. A leitura ocorre por esse caminho quando as duas etapas de replicação estão ativas e o atraso é de, no máximo, 60 segundos; se a condição não for atendida, a API consulta o banco principal.
A mudança interessa a gestores públicos de saúde, equipes das centrais e profissionais de TI porque separa a leitura dessas fontes do banco que mantém o estado e recebe as gravações dos resultados. Na prática, uma réplica em dia pode atender a essas consultas sem alterar onde os resultados das consolidações são registrados.
O mecanismo verifica a situação da réplica antes de cada rodada. Se as etapas de replicação não estiverem ativas, se o atraso superar o limite ou se não for possível determinar o atraso, a leitura retorna ao banco principal. A regra se aplica às fontes das consolidações, não às gravações: o estado e os resultados persistidos continuam no banco principal.
A comparação registrada em 29 de outubro de 2026 encontrou as mesmas gravações nas 16 verificações feitas com leitura no banco principal e na réplica. Os testes incluem recortes de dias de dor torácica, contagens diárias, múltiplas vítimas e chamadas recebidas. Esse resultado demonstra equivalência nas verificações realizadas, sem estabelecer uma medida de desempenho ou um resultado para outros períodos.
Para a operação, a condição de retorno ao banco principal evita que a leitura dependa de uma réplica fora do limite definido. A mudança diz respeito ao caminho usado para consultar os dados das consolidações; não altera a localização do estado nem das gravações produzidas por elas.