A versão 2.54 do SAU Celular passou a derivar a identificação enviada pelo aparelho a partir de um identificador estável do dispositivo e da campanha vigente. Para gestores públicos de saúde, equipes das centrais do SAMU 192 e profissionais de TI, a mudança mantém o mesmo hash entre aberturas do aplicativo e após limpar os dados ou reinstalá-lo, quando o aparelho fornece um identificador válido.
A identificação do aparelho é usada na solicitação de autorização e na autenticação. Com o cálculo vinculado ao dispositivo, a identificação apresentada para autorização permanece a mesma nas aberturas seguintes. A limpeza dos dados locais ou a reinstalação também não cria, por si só, uma identificação diferente quando o identificador estável está disponível.
O aplicativo usa um identificador do próprio aparelho para calcular um hash. A campanha vigente também entra no cálculo; por isso, aparelhos que carregam uma identificação de campanha anterior adotam a nova identificação na primeira abertura da versão 2.54. Nas aberturas seguintes, o valor calculado continua igual para aquele aparelho e aquela campanha.
Há uma exceção: se o identificador do aparelho estiver ausente ou for considerado inválido, o aplicativo recorre a uma identificação sorteada. Nesse caminho, o valor só é retornado quando sua gravação é confirmada. Se não for possível gravá-lo, o aplicativo não prossegue com uma identificação que não ficou armazenada e avisa o usuário.
A atualização não altera a finalidade da autorização: o painel continua autorizando um aparelho. A mudança na lógica de identificação faz com que a autorização corresponda ao valor calculado novamente pelo mesmo dispositivo, inclusive depois de uma limpeza dos dados ou reinstalação, desde que haja um identificador estável válido.