SAU carrega aplicativos sob demanda e reduz o pacote inicial da interface
A interface do SAU passou a carregar aplicativos quando solicitados. O pacote inicial, comprimido em gzip, caiu de 798 kB para 259 kB, e a abertura deixou de esperar por uma animação de carregamento.
A interface do SAU passou a carregar aplicativos sob demanda, em vez de preparar todos eles na abertura. Para gestores públicos de saúde, equipes de operação das centrais do SAMU 192 e profissionais de TI, a mudança vem acompanhada de uma redução no pacote inicial da interface: comprimido em gzip, ele passou de 798 kB para 259 kB.
A abertura também deixou de usar um loader, a animação que aparecia enquanto o conteúdo era aguardado, e de esperar por ramais antes de exibir a interface. Com isso, o acesso à tela não fica condicionado ao fim dessa espera artificial. Os aplicativos, por sua vez, são carregados quando solicitados, em vez de integrar todos a carga inicial.
O SAU é voltado à regulação de urgência e emergência do SAMU 192. Em uma central, a interface reúne o acesso às funções usadas pelos profissionais na operação. O carregamento sob demanda altera o que é preparado ao abrir o sistema: aplicativos que não foram solicitados não precisam fazer parte do carregamento inicial.
A redução de 798 kB para 259 kB compara o tamanho do pacote inicial comprimido em gzip antes e depois da mudança. Esse número descreve o volume do pacote, não o tempo que cada pessoa leva para abrir a interface. A mudança também não significa que os aplicativos deixaram de existir ou de ser carregados: o carregamento ocorre sob demanda.
Na prática, a novidade está na forma como a interface organiza a abertura e o acesso aos aplicativos. A tela deixa de aguardar a animação e a espera por ramais mencionadas na mudança, enquanto o pacote inicial fica menor. Assim, o efeito comprovado é uma carga inicial mais enxuta e a retirada dessas esperas — não uma estimativa de tempo de abertura em diferentes conexões ou equipamentos.