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SAU bloqueia SQL destrutivo antes da publicação e da aplicação de migrations

O SAU passou a validar migrations em três etapas do fluxo, bloqueando comandos destrutivos, operações de arquivo e formas específicas de SQL dinâmico antes da publicação ou da execução no banco.

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O SAU passou a bloquear, antes da publicação e da aplicação de migrations, comandos SQL que podem apagar dados ou objetos, além de operações de importação e exportação de arquivos e formas específicas de SQL dinâmico. A mudança interessa às equipes de TI responsáveis pela operação do sistema usado na regulação de urgência e emergência do SAMU 192.

Na prática, uma migration — arquivo que registra uma alteração planejada no banco de dados — passa por uma verificação de segurança em três momentos. A primeira ocorre na geração do manifesto, registro que relaciona as migrations e seus respectivos SHA-256. A segunda é executada pela integração contínua, etapa automatizada que precisa aprovar o artefato antes de sua publicação. A terceira acontece quando o artefato é preparado para execução no banco.

O mecanismo identifica comandos classificados como proibidos, instruções de leitura ou gravação de arquivos e padrões usados para montar ou ocultar instruções SQL. Quando encontra um desses padrões, o fluxo é interrompido e o artefato não segue para a etapa seguinte.

A repetição da checagem reduz a dependência de uma única barreira. Mesmo que um arquivo avance pela primeira validação, ele volta a ser examinado durante a integração contínua e antes da execução. O objetivo operacional comprovado é impedir que migrations fora das regras de segurança cheguem ao banco de dados por esse fluxo automático.

A proteção está vinculada ao processo de alteração do banco do SAU. Ela não descreve uma mudança na tela de atendimento ou na rotina de regulação médica, mas uma salvaguarda para a manutenção técnica do sistema, relevante para gestores públicos de saúde e profissionais que administram sua infraestrutura.

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