SAU automatiza registro de chegada de equipes à unidade de saúde por GPS
O SAU passa a reconhecer por GPS a chegada da equipe à unidade de saúde definida pela regulação e atualiza o status sem pedir confirmação no celular. A tela de rotas também recalcula tempo e distância restantes a cada leitura.
O SAU, produto da Inova para a regulação de urgência e emergência do SAMU 192, passou a reconhecer por GPS a chegada de uma equipe à unidade de saúde definida pela regulação. Quando os critérios do deslocamento são atendidos, o sistema altera o status da equipe sem exigir que alguém confirme a ação no celular e exibe uma faixa informativa por alguns segundos.
O novo marco, chamado CHEGADA_UNIDADE, considera um raio de 250 metros ao redor do destino, permanência mínima de 45 segundos, existência de trajeto registrado e velocidade de até 5 metros por segundo. A referência é a coordenada da unidade de destino recebida pelo aplicativo depois que a regulação define o encaminhamento. Sem essa coordenada, o cenário não é avaliado.
A alteração faz parte de uma automação que também reconhece a saída para o atendimento e a chegada ao local da ocorrência. Nesses casos, o status é modificado imediatamente pelo mesmo fluxo usado para a alteração manual. O aplicativo não abre mais uma janela com contagem regressiva e botões de confirmação; o aviso passivo informa o resultado sem bloquear a tela ou exigir toque da equipe.
No mapa, o tempo e a distância restantes da rota passaram a ser recalculados a cada nova leitura do GPS. O cálculo usa o trecho que ainda falta percorrer e o ritmo obtido na última resposta da Directions API, serviço que fornece o traçado e as estimativas da rota. Assim, os números podem mudar durante o deslocamento sem uma nova consulta ao serviço. Quando o aparelho está fora do traçado ou não há dados suficientes para estimar o progresso, o mapa preserva o valor anterior.
Para gestores e operadores da central, a consequência prática é acompanhar os marcos de deslocamento com menos dependência de registros feitos manualmente pela equipe em trânsito. A automação permanece restrita a eventos de deslocamento; decisões como dar ciência, retornar à base ou ficar disponível continuam sendo feitas pela equipe no aplicativo.