SAU atualiza bases GeoLite2 e verifica a origem real das conexões
O SAU passou a atualizar automaticamente suas bases GeoLite2 de localização e a desconsiderar dados de origem informados pelo cliente ao identificar conexões.
O SAU passou a atualizar automaticamente suas bases GeoLite2 de localização e a desconsiderar dados de origem informados pelo cliente ao identificar conexões.
O SAU passou a atualizar automaticamente as bases GeoLite2 usadas para estimar a localização de conexões e a verificar essa origem sem depender de informações declaradas pelo próprio cliente. A mudança interessa a gestores públicos de saúde e equipes de TI porque combina dados de localização renováveis com uma regra mais confiável para identificar os acessos ao serviço.
As bases GeoLite2 City, Country e ASN reúnem dados que ajudam a associar endereços na internet a localidades, países e sistemas autônomos. No SAU, elas são usadas na borda do serviço, a camada que recebe as conexões antes de encaminhá-las. A atualização automática permite acompanhar novas versões publicadas pela MaxMind, fornecedora dessas bases.
O sistema também pode carregar uma base nova sem reiniciar o serviço. Se as bases atualizadas forem consideradas inválidas ou não passarem pela validação necessária, o SAU pode recorrer às cópias incluídas na imagem do serviço. Assim, a atualização dos dados de localização tem uma alternativa prevista no próprio funcionamento da camada de acesso.
A segunda mudança trata da identificação da origem da conexão. A borda e a API deixaram de usar dados de origem informados pelo cliente como referência confiável para essa identificação. Em vez disso, a regra aplicada considera as informações recebidas pela borda e repassadas à API. A verificação de origem é usada em decisões de acesso e também influencia o registro do endereço associado à sessão.
As duas mudanças têm funções relacionadas, mas distintas: atualizar as bases usadas para estimar a localização e evitar que informações declaradas pelo acesso orientem a identificação da conexão. Para as equipes responsáveis pela TI, isso significa que a camada de acesso do SAU dispõe de dados geográficos renováveis e de uma regra consistente para tratar a origem dos acessos.
As alterações dizem respeito à camada de acesso e à identificação das conexões. Elas não mudam, por si só, os fluxos de regulação médica ou o atendimento prestado pelas equipes do SAMU 192.