O SAU 360 já trabalha com CID-10, SIGTAP, CNES, sinais vitais, chamados, regulação e produção BPA. A rodada mais recente mapeou como esses dados se relacionam com recursos FHIR R4 e com o Registro de Atendimento Clínico da RNDS.
O levantamento separa três etapas que não podem ser confundidas: uso de dados públicos do DATASUS, preparação dos registros do produto e troca de dado clínico protegida pela RNDS. A última exige credenciamento do estabelecimento, homologação e controles específicos de privacidade e auditoria.
A conexão RNDS ainda não está implementada. O avanço é a base técnica e regulatória para planejar uma futura integração sem vender compatibilidade antes da validação oficial.
Impacto público
- Reduz incerteza técnica para projetos que exigem interoperabilidade em saúde.
- Reaproveita dados já estruturados no SAU em vez de criar cadastro paralelo.
- Diferencia preparação real de integração efetivamente credenciada e homologada.