O SAU agora respeita preferências de opt-out do cidadão em todo o tráfego de mensagens do WhatsApp, fechando uma lacuna em que respostas enviadas pelo canal podiam sair sem consultar o consentimento do destinatário. Até esta atualização, mensagens de saída do WhatsApp seguiam por um caminho que não verificava opt-out; agora, todo envio passa pelo mesmo gate de consentimento já aplicado ao SMS.
A mudança tem três eixos operacionais.
Primeiro, o cidadão que recebe contato pelo WhatsApp pode solicitar o cancelamento de envios respondendo PARE ou STOP. Esse registro entra na mesma lista unificada de opt-out do SMS, garantindo que o bloqueio seja consistente entre canais — não há listas separadas que possam divergir.
Segundo, a lista de palavras que disparam o opt-out é deliberadamente restrita. Tratar termos como "cancelar" ou "sair" como cancelamento automático faria o cidadão parar de receber mensagens sobre a própria ocorrência por ter escrito algo ambíguo. Em um serviço de comunicação de saúde, essa restrição evita bloqueios acidentais em momentos críticos. Ampliar a lista exige decisão explícita da gestão.
Terceiro, o sistema opera em modo fail-closed: quando o registro de opt-out não pode ser confirmado no provedor de nuvem, o SAU emite alerta e não considera o bloqueio aplicado. Isso significa que o sistema prefere sinalizar a falha a silenciá-la — silenciar significaria continuar enviando mensagens a quem pediu para não recebê-las.
A mensagem em que o cidadão solicita o cancelamento continua salva e visível para o atendente, que pode ver que o pedido foi feito e agir conforme o protocolo do serviço.
Para gestores de saúde e equipes de TI, a atualização representa consistência de consentimento entre canais de comunicação com o cidadão, com rastreabilidade do pedido de opt-out e alertas quando o registro não pode ser confirmado.