SAU iguala proteções de login entre aplicativo e portal web
Autenticação do app SAU agora aplica as mesmas proteções do portal: mensagens uniformes contra enumeração de contas, recusa de identificadores ambíguos, auditoria unificada e gate explícito para token de desenvolvimento.
O aplicativo SAU agora opera com o mesmo conjunto de proteções de autenticação já existente no portal web. A mudança elimina diferenças de comportamento entre os dois canais de acesso e dá à equipe de suporte uma visão unificada de tentativas de login.
Até esta versão, o caminho de autenticação usado pelo app devolvia mensagens diferentes conforme o motivo da recusa — conta inexistente, cadastro inativo, senha não migrada ou senha incorreta. Cada mensagem permitia a quem digitasse apenas uma matrícula válida descobrir se aquela conta existia e em que estado se encontrava, sem ter sido autenticado. Agora, todas as falhas de pré-autenticação retornam o mesmo texto. O motivo real de cada recusa continua registrado internamente para a triagem do suporte.
Outro ponto corrigido envolve identificadores ambíguos: quando o texto digitado na tela de login — e-mail ou matrícula — casa com mais de um cadastro, o sistema podia resolver para uma conta arbitrária e deixar a senha decidir em qual delas o usuário entrava. O login agora identifica essa ambiguidade e recusa o acesso, sinalizando para o gestor que há cadastros sobrepostos a resolver.
As tentativas de login pelo app passam a ser registradas na mesma base de auditoria do portal web, com os mesmos critérios de identificação de usuário e motivo de sucesso ou falha. O suporte passa a ter um único ponto de consulta para investigar problemas de acesso, independentemente do canal usado pelo profissional de saúde. O registro nunca armazena senhas ou CPFs, e falhas na gravação não bloqueiam o login.
O mecanismo de autenticação por token de desenvolvimento — usado apenas em sessões de validação interna — passou a exigir um marcador de ativação explícito para funcionar. Sem o marcador, ausente por padrão em todos os ambientes de produção, o token não tem efeito. A revisão confirmou que nem o token nem o marcador estavam presentes nos ambientes atuais; trata-se de proteção preventiva, não de resposta a incidente.