SAU estrutura Stack Local do SAMU com aplicações, telefonia e áudio separados
A Inova estruturou no SAU uma Stack Local do SAMU com População e Equipes v2 em runtimes locais e um trabalhador separado para converter gravações de áudio.
A Inova estruturou no SAU uma Stack Local do SAMU com População e Equipes v2 em runtimes locais e um trabalhador separado para converter gravações de áudio.
A Inova estruturou no SAU uma Stack Local do SAMU com atendimento local para os serviços População e Equipes v2 e um fluxo separado para conversão de gravações de áudio. A mudança interessa a gestores públicos de saúde, equipes de operação e profissionais de TI porque divide funções que antes ficavam concentradas em componentes diferentes da plataforma.
No serviço População v2, as rotas de API, comunicação em tempo real, uploads e verificações de saúde são encaminhadas às APIs locais do SAU. O serviço Equipes v2 usa um runtime próprio para as rotas web, WebSocket — canal de comunicação contínua entre sistemas — e Rádio Operação. O desenho mantém esse serviço separado do Equipes legado.
A telefonia também passa a contar com um fluxo local para as gravações. O componente ligado ao Asterisk registra os metadados do arquivo em uma fila persistente, sem executar a conversão dentro da rotina de atendimento da chamada. Um trabalhador independente lê essa fila e usa FFmpeg para gerar o arquivo convertido.
Na prática, a arquitetura separa o recebimento da chamada, o funcionamento das aplicações e o processamento posterior do áudio. A leitura do armazenamento de gravações ocorre de forma assíncrona, enquanto a conversão fica concentrada em um serviço específico. Isso dá caminhos técnicos próprios para População, Equipes e arquivos de áudio dentro da Stack Local.
O trabalhador de áudio é construído em uma imagem própria, com testes automatizados, análise estática do código e execução com usuário sem privilégios administrativos. O modo local também grava os arquivos de fila com proteção contra escrita parcial e valida os metadados recebidos antes do processamento.
A Stack Local do SAMU está em pré-produção e homologação da arquitetura-alvo, reunindo aplicações, borda de acesso e telefonia em funções separadas. No SAU, o ambiente passa a organizar em estruturas distintas os serviços usados pela operação da central e o processamento das gravações.