SAU passa a registrar alertas instantâneos de direção enviados por rastreadores JC181
O SAU passa a reconhecer eventos de direção do protocolo JT/T 808, como frenagem brusca, curva brusca e colisão, registrando as ocorrências e enviando alertas em tempo real à Rádio Operação.
O SAU passou a reconhecer e registrar alertas instantâneos de direção enviados por rastreadores da família JC181/JC450 pelo protocolo JT/T 808. A mudança amplia as informações disponíveis para gestores públicos de saúde, equipes de operação de centrais do SAMU 192 e profissionais de TI responsáveis pelo acompanhamento da frota.
Entre os eventos aceitos estão aceleração brusca, frenagem brusca, curva brusca, excesso de velocidade, fadiga do condutor, colisão, vibração, deslocamento ilegal e abertura ou fechamento de porta. Também são identificadas mensagens que indicam quando o rastreador está em repouso ou em operação.
Quando o equipamento está autorizado, a ocorrência é registrada e o aviso é publicado em tempo real para a Rádio Operação. A frenagem brusca, por exemplo, é enviada como um evento próprio, com alerta de aviso e controle para evitar a repetição excessiva de notificações. Colisões recebem tratamento de alerta crítico.
A arquitetura separa esses eventos momentâneos dos alarmes que representam um estado persistente do rastreador. Assim, uma frenagem ou uma curva brusca não fica registrada como se fosse uma condição continuamente ativa. O evento também permanece armazenado para consulta posterior, enquanto o aviso imediato atende à necessidade de acompanhamento da operação.
A gestão dos detectores de aceleração, frenagem e curva bruscas foi ajustada para exigir o estado do detector — Ligado ou Desligado — e quatro parâmetros numéricos. Os comandos SPEEDCHECK e SWERVE passam por validação antes de serem enviados ao equipamento, reduzindo a possibilidade de uso de formatos diferentes dos aceitos pelo firmware.
A atualização trata mensagens específicas da extensão do protocolo JT/T 808. Códigos que não fazem parte da lista homologada são recusados pelo serviço de alertas, em vez de serem classificados como ocorrências conhecidas. O resultado é uma camada mais detalhada de telemetria para acompanhar situações de condução e operação das viaturas dentro do SAU.