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SAU passa a filtrar médias mensais do SAMU DF por região de atendimento

Relatório de tempos do SAU permite selecionar uma ou mais das sete regiões do SAMU DF e leva o recorte para gráficos e exportações. A API também recalcula a espera médica pela primeira captura do histórico.

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O SAU, sistema da Inova para a regulação de urgência e emergência do SAMU 192, passou a permitir que gestores e equipes de operação consultem as médias mensais de tempos por região de atendimento no Distrito Federal. O relatório fica em Relatórios → Tempos → Média mensal e aceita a seleção de uma ou mais regiões: Norte, Sul, Sud1, Sud2, Oeste, CN-LE e Centro Sul.

O recorte regional é aplicado aos gráficos, às médias ponderadas, às contagens de amostras, ao detalhamento mensal e às exportações em CSV, Excel e JSON. Na prática, a central pode comparar os tempos consolidados de uma área específica sem misturá-los ao conjunto das demais regiões. A opção Todas mantém a consulta sem recorte regional e inclui também registros sem região identificada.

A atualização trata de forma separada o tempo de retorno à base. Como essa etapa é registrada por equipe e não tem vínculo com a ocorrência, o relatório informa que a métrica fica indisponível quando há seleção regional, em vez de atribuí-la a uma região sem essa relação nos dados.

O cálculo dos tempos mensais também foi alterado. A API reconstrói a espera médica a partir da primeira captura correspondente no histórico da ocorrência e substitui essa parcela no tempo de resposta total, conhecido como TRT. O mesmo valor reconstruído é usado na exibição, nos filtros de duração e nas exportações.

Para evitar que o resultado dependa do fuso horário da sessão de consulta, a conversão do horário da transferência médica usa UTC−3, referência de Brasília, de forma independente da configuração da conexão. As demais etapas do TRT continuam sendo obtidas do consolidado correspondente.

A mudança amplia a leitura territorial dos indicadores do SAU sem transformar uma métrica registrada por equipe em um dado regional. Para gestores públicos de saúde, a consequência é consultar e exportar médias mensais com o mesmo recorte aplicado em toda a apresentação do relatório.

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