SAU estrutura dossiê auditável para dados de capacidade do SAMU 192
O SAU passou a organizar dados de capacidade do SAMU 192 em oito itens, com fontes documentais versionadas, hash SHA-256, consolidação mensal e exportação em XLSX e CSV.
O SAU passou a organizar dados de capacidade do SAMU 192 em oito itens, com fontes documentais versionadas, hash SHA-256, consolidação mensal e exportação em XLSX e CSV.
O SAU passou a organizar dados de capacidade do SAMU 192 em um dossiê auditável com oito itens, fontes documentais versionadas e exportação em XLSX e CSV. A mudança interessa a gestores públicos de saúde, à operação das centrais e às equipes de TI porque permite relacionar informações consolidadas aos documentos que lhes deram origem.
Cada fonte pode ser associada a um órgão, item do dossiê, versão, período de competência, responsável e arquivo. O sistema também calcula o hash SHA-256 — uma assinatura digital do conteúdo — para identificar alterações no documento importado. Versões anteriores permanecem registradas, formando uma trilha histórica das informações utilizadas no relatório.
O fluxo inclui validação, importação, homologação e consulta das versões. Arquivos CSV estão entre os formatos aceitos para fontes do escopo de capacidade. O sistema verifica o conteúdo antes da importação e não transforma lacunas em valores zero, segundo os testes da funcionalidade.
O dossiê reúne conjuntos sobre frota operacional, inoperâncias de equipes, impactos, parâmetros de resposta, tempos de resposta, estudos, dimensionamento e contratações. Os dados podem ser exportados em XLSX, formato de planilha do Excel, ou CSV. A exportação em XLSX é estruturada com as fontes e uma aba para cada item do dossiê.
Outra parte da mudança consolida as inoperâncias de equipes por competência mensal. Cada execução gera um lote imutável, e a consulta do relatório usa o lote mais recente de cada mês. Na prática, a estrutura separa o trabalho de consolidação dos eventos da abertura do relatório, preservando o registro utilizado em cada período.
O modelo também registra classificações de recurso ausente em decisões de regulação, incluindo viatura, equipe, equipamento, outro ou situação não determinada. A informação fica vinculada ao identificador da regulação e pode alimentar a análise dos impactos operacionais. O dossiê, porém, apresenta os dados conforme sua origem e status de cobertura, sem converter automaticamente registros parciais em conclusões sobre a capacidade total da rede.