e-SUS SAMU + Inova

Da regulação nacional à operação 192 integrada e gerenciada

Partimos da mesma base oficial do SAMU 192 — o e-SUS SAMU do Ministério da Saúde — e acrescentamos a camada de operação integrada e gerenciada que hoje cada central monta por conta própria: telefonia ligada à ocorrência, campo com GPS, frota, situação hospitalar, cidadão, BI, auditoria e hospedagem assistida.

Base nacional + camada integrada

O que a base nacional entrega e o que a Inova acrescenta.

O e-SUS SAMU é a base nacional, gratuita e oficial do Ministério da Saúde/DATASUS para a regulação médica do SAMU 192. Ele entrega o núcleo clínico-operacional da Central de Regulação — do registro pelo TARM à regulação médica, ao despacho de viaturas e aos relatórios de gestão — e é a referência de informatização adotada em todo o país. Por desenho, seu recorte é o miolo de regulação instalado em servidor próprio do órgão, distribuído como código-fonte, manuais e scripts, com instalação e operação a cargo da equipe local e suporte do Ministério por e-mail. A Inova não substitui nem concorre com essa base: ela complementa o que fica deliberadamente fora do produto-base e que cada central acaba resolvendo isoladamente — a camada de operação integrada e gerenciada construída por cima e ao lado do e-SUS SAMU. Esta página compara, dimensão a dimensão, o que a base nacional entrega nativamente e o que a Inova acrescenta, com a maturidade descrita de forma honesta.

Dimensão e-SUS SAMU — base nacional (MS/DATASUS) Inova — operação integrada e gerenciada
Núcleo de regulação médica (TARM → regulação → despacho → relatórios) Entrega nativamente o fluxo integrado em tempo real entre os perfis TARM, Médico Regulador/Coordenador e Rádio-operação: abertura da ocorrência com queixa e dados do solicitante/paciente, regulação clínica e classificação de gravidade, decisão e registro de envio de viaturas com seus horários, e relatórios de gestão e estatísticas. É o padrão nacional de referência para a Central de Regulação. Mantém o mesmo modelo de chamado (TARM, médico, rádio, enfermagem) e o envelopa com uma plataforma web em tempo real que reúne as etapas num só ambiente: segunda regulação, situação hospitalar consultável na própria tela, chat por ocorrência e linha do tempo unificada. A profundidade do modelo operacional é verificável (mais de 1.200 rotinas de banco e 500 tabelas no domínio de chamados).
Telefonia ligada à ocorrência (softphone, filas, gravação) Consome os dados que o TARM digita; a planta de telefonia/PABX é externa ao produto-base. A gravação de chamada existe apenas como uma configuração opcional, entregue desativada por padrão e dependente de componente externo — não é uma peça pronta do sistema. Softphone WebRTC embutido na própria tela de TARM/Médico/RO, com a ligação atrelada ao chamado: abertura automática do atendimento quando a fila conecta o agente, atendimento automático, estacionamento/transferência e central de telefonia própria (PBXIP) configurada a partir do banco. Troncos legado↔cloud validados com áudio real. Em validação: os terminais de voz na nuvem já registram, mas a chamada de entrada com áudio em redes restritas ainda está sendo liberada.
App de campo das equipes + GPS e telemetria Registra os veículos enviados com seus respectivos horários — marcos manuais com data/hora lançados na regulação. O escopo-base não inclui aplicativo embarcado na viatura nem rastreamento GPS contínuo. App das equipes (aplicativo nativo) com ficha de atendimento pré-hospitalar, sinais vitais, monitorização, segunda regulação, observações de cena com mídia, checklist de viatura, turno/jornada e chat da ocorrência. GPS contínuo em primeiro e segundo plano e com o app fechado, reinício após o aparelho reiniciar e reconexão automática. A telemetria do app é do dispositivo móvel da equipe (bateria, carregamento, temperatura); a telemetria do veículo — posição, status e câmera embarcada — e a conectividade híbrida móvel/satélite chegam por uma camada embarcada complementar, integrada ao mesmo mapa da operação.
Mapa em tempo real, frota e rota A página oficial do DATASUS não descreve mapa ou georreferenciamento como funcionalidade nativa; onde aparecem rastreamento ao vivo, mapa e tablets na viatura, são enriquecimentos de implantações locais ou de terceiros, não do produto-base. Mapa de rádio-operação em tempo real com status de equipes, GPS ativos, viaturas e pontos de interesse hospitalares, além de histórico de trilha por período. Gestão de frota além da posição: checklist, manutenção preventiva e abastecimento com km/litros/comprovante. A comparação entre rota sugerida e rota realizada está em maturação.
Situação hospitalar e bandeiramento O e-SUS SAMU é pré-hospitalar, voltado à regulação de urgência. A situação de portas hospitalares e a regulação de leitos pertencem a outro domínio (por exemplo, SISREG e centrais estaduais), fora do produto-base. Módulo hospitalar dedicado com monitoramento em tempo real de hospitais e UPAs, bandeiramento por cor, motivos de contingenciamento (lotação, déficit de RH, O2, centro cirúrgico bloqueado), dashboards de pronto-socorro, SLAs e perfis hierárquicos com auditoria. A situação hospitalar também é consultável dentro do SAU pelos perfis de TARM/Médico/RO/Enfermagem. Em produção, com publicação automatizada.
Acesso do cidadão (voz, app, web) App do cidadão não faz parte da entrega-base. Iniciativas de acionamento pelo cidadão são projetos estaduais ou de terceiros, separados do e-SUS SAMU. App População (Android/desktop e web) com chamada VoIP, chat por ocorrência com anexos de mídia, e abertura e acompanhamento do chamado, com acesso multicanal documentado por voz, app ou web. Honestidade: o atendimento de entrada por WhatsApp/SMS é proposta em avaliação — hoje a mensageria automatizada é de saída, após o encerramento, e ainda em homologação.
BI, histórico e auditoria de ocorrência Entrega relatórios de gestão e estatísticas da Central de Regulação como funcionalidade nativa. Acrescenta BI self-service (agrupamentos, filtros e gráficos, em maturação) sobre consolidações mensais, e uma trilha de auditoria ampla: log de eventos da ocorrência, histórico de alterações, auditoria de login das equipes e de configurações críticas. Acervo de áudio com gravação amarrada à ocorrência e playback/download protegidos por permissão (ACL).
Hospedagem, operação assistida e implantação Distribuído gratuitamente como código-fonte, manuais e scripts; a instalação, o backup, a hospedagem e a operação ficam a cargo do órgão, em servidor próprio. O suporte do Ministério é por e-mail; não há, no material oficial, hospedagem gerenciada, operação assistida ou SLA gerenciado. Operação gerenciada nos dois modos comprovados — on-premise e em nuvem — a partir da mesma base parametrizada por ambiente, com publicação automatizada e retorno seguro automático (rollback) a partir de origem própria. App de suporte e TIC na suíte, atualização da frota de dispositivos por canal próprio e proteções de resiliência sob carga. Implantação por fases é prática real, com canais de versão (estável e de teste) por app e validação com evidência.
Coexistência com o legado e transição sem ruptura Como software on-premise mantido pelo Ministério, a evolução e a convivência com sistemas locais ficam a cargo de cada órgão. Estratégia de envelopar sem destruir: roteamento de transição legado↔cloud em produção (filas e estacionamento preservados, centenas de ramais legados roteados), masters de banco coexistindo com replicação ativa, e a suíte desktop legada convivendo com a stack web nova — para evoluir sem reescrever nem interromper a operação 192.
O que a Inova acrescenta

Diferenciais verificáveis sobre a base nacional.

A camada que o produto-base deixa, por escopo, fora — e que cada central hoje monta por conta própria. Onde uma frente ainda está em implantação, está dito como tal.

Telefonia atrelada ao chamado: softphone WebRTC na tela do TARM/Médico/RO, com abertura automática do atendimento na conexão da fila e central de telefonia própria (PBXIP) configurada a partir do banco (web entregue; terminal na nuvem em validação de áudio).

App de campo das equipes com ficha pré-hospitalar, sinais vitais, checklist e chat, somado a GPS contínuo mesmo com app fechado e reconexão automática.

Mapa de rádio-operação em tempo real com status de equipes, viaturas e hospitais, histórico de trilha e gestão de frota (checklist, manutenção, abastecimento).

Camada embarcada na viatura: telemetria veicular (posição, status e câmera) e conectividade híbrida móvel + satélite, incluindo Starlink, para manter rastreamento e comunicação onde a rede celular não chega.

Módulo hospitalar com bandeiramento por cor, motivos de contingenciamento, SLAs e dashboards, em produção e com a situação hospitalar consultável dentro da regulação.

App do cidadão com VoIP, chat por ocorrência e acompanhamento do chamado, acesso por voz, app ou web.

Trilha de auditoria ampla (eventos, alterações, login de equipe, configurações) e acervo de áudio por ocorrência com playback/download protegidos por permissão.

Operação gerenciada on-premise e em nuvem a partir da mesma base, com publicação automatizada, retorno seguro automático e implantação por fases com validação e evidência.

Coexistência com o legado em produção: roteamento de transição, ramais e filas preservados e bancos em replicação ativa, sem reescrever o que já funciona.

Próximo passo

A base nacional permanece; a operação ganha uma camada integrada

O e-SUS SAMU continua sendo o padrão nacional da regulação médica do SAMU 192, e a Inova é construída para respeitar e aproveitar essa base — não para substituí-la. O que entregamos é a camada que o produto-base deixa, por escopo, fora: telefonia integrada à ocorrência, campo com GPS, frota, situação hospitalar, cidadão, BI, auditoria e hospedagem gerenciada com suporte assistido. Onde uma frente ainda está em implantação, dizemos com todas as letras que está em validação. Para avaliar tecnicamente, oferecemos demonstração, prova operacional e implantação por fases.

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